A Esquadrilha era composta inicialmente por quatro aviões. Um deles
estava com combustível no fim e precisou retornar à base. Os outros três
caças dirigiram-se para o local determinado. Quando chegaram aos 7000
metros de altitude dois caças precisaram retornar pois não possuíam
equipamentos para grandes altitudes. Apenas o capitão Thomas Mantell
permaneceu na perseguição ao objeto. Através do rádio Mantell relatava o
desenvolvimento da perseguição. Ele relatou que o objeto era de grande
porte (aproximadamente 70 metros de diâmetro), tinha superfície metálica
e deslocava-se a aproximadamente 350 Km/h. Os outros pilotos que
participaram da perseguição declararam posteriormente que o OVNI tinha
formato de cone branco na parte de baixo e vermelho na parte de cima.Mantell permaneceu sozinho na perseguição e informa que abandonará o objeto quando atingir a altitude de 6000 metros. Por volta das 15:15 horas, se ouve pela última vez a voz de Mantell no rádio: "O objeto está adiante e acima de minha posição, movimentando-se à mesma velocidade de meu avião ou um pouco mais. Se eu não conseguir me aproximar mais vou desistir". Pouco depois perde-se o contato por rádio com Mantell. Menos de uma hora depois os destroços do avião são encontrados. Eles estavam espalhados em um raio de vários quilômetros indicando que o avião desintegrou-se durante o vôo.
O Governo Americano rapidamente colocou em funcionamento seu sistema de
acobertamento de fatos. Eles explicaram o incidente como fruto de erro
de interpretação dos pilotos. Eles teriam confundindo Vênus com um OVNI e
tentado persegui-lo. Quando atingiram mais de 6000 metros sofreram os
efeitos da altitude. Mantell teria subido demais e em determinado
momento perdeu os sentidos perdendo o controle de seu avião. Ufólogos
rapidamente contestaram os fatos pois o objeto havia sido captado pelo
radar o que exclui a possibilidade de o objeto ser o Planeta Vênus. Foi
então alegado que o mesmo seria um balão Skyhook da Força Aérea
Americana (USAF). Esta explicação também não faz sentido pois Mantell e
sua esquadrilha eram veteranos da Segunda Guerra Mundial tendo
participado das mais importantes batalhas travadas pelos americanos na
Europa. Ele e sua equipe tinham condições de identificar um balão. Além
disso a USAF não lançaria balões em área de treinamento militar no
momento em que houvessem aviões em manobras. E se por acaso houvesse um
lançamento o controle local seria informado dos testes com balões. E não
houve qualquer comunicação neste sentido.Destroços do avião de Thomas:
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